Algumas teses defendidas no livro

  • O autor desenvolve a teoria de que a Peste Negra emergiu no Egito na 18ª dinastia e se espalhou no mundo antigo encerrando a Idade do Bronze;
  • Defende que as pestes pandêmicas, ou Peste Negra, é uma forma diferente das formas epidêmicas ou locais, que o equipamento de virulência e disseminação da Preste Negra tem uma configuração única e rara;
  • Revela alguns dados que sugerem que a Peste de Atenas foi provavelmente a Peste Negra importada do seu foco original, durante a Guerra do Peloponeso;
  • Mostra que a peste se disseminava na Europa medieval em surtos locais graves, e que podemos encontrar dados nas lendas (explico que a lenda do flautista de Hamelin é com toda certeza um relato alegórico de um surto local de peste);
  • Que a Peste Negra evoluiu desde a África Central e Oriental e daí se espalhou pelo mundo através das rotas comerciais por mar e por terra. Contesto a tese atualmente aceita de que a Peste evoluiu e se disseminou a partir da Ásia Central;
  • Mostra, com base em provas consistentes, que é falaciosa a tese dos que nega a etiologia pestígena da Pandemia Medieval;
  • Desenvolve a teoria de que as sucessivas pandemias de peste levaram à globalização de uma rede ecológica com potencial de disseminação do bacilo pestífero em qualquer parte do mundo;
  • O estudo inclui ainda uma revisão completa sobre alterações climáticas e as pandemias de peste, e que estas eram deflagradas dentro de uma configuração na qual a interação entre clima, ecologia, economia e sociedade são fatores que concorrem para selecionar uma cepa pandêmica.